domingo, 15 de setembro de 2019

Calibração e Manutenção do Manômetro

O manômetro é um equipamento utilizado para medir a pressão atmosférica e a pressão de gases e líquidos. As aplicações desse equipamento são diversas, podendo ser utilizado para medir a pressão em máquinas industriais, pneumáticas e etc...

É muito importante que o manômetro sempre esteja com suas manutenções e calibrações em dia, já que é através dele que os operadores dos equipamentos fazem as leituras. A STD conta com equipes especializadas em calibrações de manômetros. Com todo nosso conhecimento e experiência, sempre indicamos aos nossos clientes manter um plano de calibração periódico para evitar acidentes e/ou danos aos equipamentos.

Muitos dos aparatos empregados para a medida de pressões utilizam a pressão atmosférica como nível de referência e medem a diferença entre a pressão real ou absoluta e a pressão atmosférica, chamando-se a este valor pressão manométrica; tais aparatos recebem o nome de manômetros e funcionam segundo os mesmos princípios em que se fundamentam os barômetros de mercúrio e os aneroides. A pressão manométrica se expressa bem seja acima ou abaixo da pressão atmosférica. Os manômetros que servem para medir pressões inferiores à atmosférica se chamam manômetros de vácuo ou vacuômetros.

Um tipo de manômetro já com séculos de existência é o de coluna líquida. Este manômetro contém um tubo, no qual se coloca uma dada quantidade de líquido, ar ou outro gás. Neste método a pressão a medir é aplicada a uma das aberturas do tubo, enquanto uma pressão de referência é aplicada à outra abertura (geralmente a pressão atmosférica). A diferença entre as pressões é proporcional à diferença do nível do líquido, em que a constante de proporcionalidade é a massa volúmica do fluido.

Os manômetros de coluna líquida podem ser em forma de 'U' ou ter uma única coluna. Para se forçar o líquido a percorrer uma maior distância utilizam-se colunas com inclinação (uma vez que a pressão obriga a subir, o que exige um maior deslocamento no caso de a coluna estar inclinada), sendo necessário conhecer o ângulo relativo à horizontal com precisão. Os manômetros de coluna líquida podem ser divididos em manômetros de dois ramos abertos e manômetros truncados.

Tipos de Manômetros

Manômetro de Bourdon

O princípio de funcionamento do tubo de Bourdon é de certa forma simples.

Neste abaixo temos um tubo que pode ter um formato de “C”, onde uma de suas extremidades é fechada e a outra receberá a pressão do processo.

Este tubo tem uma seção oval, isto que dizer em uma linguagem mais simples que ele é “oco por dentro”. Quando o manômetro de Bourdon é exposto a uma pressão, o tubo tende a dilatar, gerando movimento em sua ponta fechada. Quando a pressão é aliviada, ele volta ao seu estado natural.

Lembra da lei de Hooke que falo logo acima? Então, esse tipo funciona usando esta lei. No entanto, temos mais itens internos para fazer a indicação da pressão.

O que acontece é que com o movimento do tubo, as engrenagens dentro do manômetro recebem a energia transferida pelo movimento do tubo.

Desta forma, o ponteiro se movimenta de acordo com a pressão aplicada através da transferência realizada pelo braço de articulação.

Manômetro tipo espiral

Como o nome já diz, o manômetro do tipo espiral tem um formato de acordo com o nome que foi dado, faz muito sentido certo?

Aqui temos um cenário parecido, onde a extremidade do tubo é também selada. Com a aplicação de pressão, o tubo tende a se movimentar gerando o desenrolamento que será proporcional a pressão aplicada.

Para que seja feita a indicação da pressão, sua extremidade também é conectada mecanicamente ao ponteiro para indicação da pressão.

Manômetro de diafragma

Com o nome já diz, este manômetro utiliza o movimento do diafragma para fazer o movimento do mecânico que é proporcional a pressão aplicada.

Existem diversos sensores de pressão que depende da deflexão de um diafragma para fazer a medição de pressão.

Você sabe como é um diafragma? Bom, ele é basicamente um disco flexível, sim simples assim! Além disso, este disco flexível pode ser plano ou ter ondulações concêntricas.

Manômetro Digital



A vida da bateria pode fazer uma grande diferença em um manômetro digital, como acontece com qualquer outro produto digital ou wireless. Os produtos de automação industrial sem fio já ultrapassaram a marca da década e estão se tornando mais difundidos a cada ano.

Eles têm muitas vantagens e, além de medições, também fornecem diagnósticos e todo tipo de informações extras. No entanto, eles introduziram uma nova variável na manutenção: Tempo de vida de bateria.

Se você quiser usar um manômetro digital ou qualquer outro produto sem fio, precisará monitorar o status da bateria. Esses dispositivos só facilitam: mas eles não mudam a bateria para você ainda.



Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Man%C3%B4metro / https://automacaoecartoons.com/2018/03/06/manometro-de-pressao/

sábado, 17 de agosto de 2019

Inspeção em Dutos e Tubulações

A realização das inspeções e manutenções dos dutos e tubulações é de extrema importância, para monitorar o funcionamento e detectar possíveis descontinuidades.

A STD atua na inspeção de dutos e tubulações baseando-se nas normas nacionais e internacionais. São realizados inúmeros testes que visam garantir segurança e o bom funcionamento de qualquer sistema que possa apresentar riscos à saúde, segurança e ao meio ambiente.

Nossa equipe leva a campo anos de experiência e equipamentos de última geração para realizar a avaliação mais criteriosa possível.

Sempre atuando de acordo com as normas e procedimentos adequados, nossa equipe leva a campo anos de experiência aliada a equipamentos de última geração como registradores gráficos de pressão, temperatura e tempo, registrador volumétrico, bombas de alta pressão, câmeras de endoscopia, aparelhos de ultrassom, entre outros.

Já executamos inúmeras inspeções de dutos e tubulações, sendo que alguns deles em portos, aeroportos, sistemas de distribuição de gás, sistemas de distribuição de vapor, sistemas para transporte e distribuição de combustíveis. O comissionamento de dutos e tubulações é outra área onde a STD se destaca e tem grande atuação.

Para este tipo de inspeção, é realizado em campo um levantamento das atuais linhas, mapeando as tubulações, conexões, sentido de fluxos, dimensional, produtos e todos os detalhes referente as tubulações. Também são realizados ensaios não destrutivos, como medição de espessura por ultrassom para calcular a vida útil da tubulação e/ou duto.

Além da inspeção convencional das tubulações, a STD também realiza o PID - Programa de Integridade de Dutos.

O programa de Integridade de Dutos – PID, trata-se de uma ferramenta gerencial que pontua, avalia e monitora as características e condições operacionais de linhas de dutos, tendo como principal objetivo identificar possíveis riscos e prover medidas que possam amenizar e/ou extinguir danos de qualquer natureza.

Líder no segmento da gestão de ativos (Tanques e Dutos) a STD mantém uma equipe exclusiva, especializada e devidamente qualificada composta por engenheiros e inspetores.

quarta-feira, 31 de julho de 2019

Espaço Confinado (NR33)

Conforme a Norma Regulamentadora-33
(NR-33), espaço confinado, de maneira geral, é qualquer área não projetada para ocupação humana contínua e que possua meios limitados de entrada e saída. A ventilação existente é insuficiente para remover contaminantes perigosos e/ou tem deficiência ou enriquecimento de oxigênio que possam existir ou se desenvolverem neste local.

Os trabalhos em áreas confinadas são uma das maiores causas de acidentes graves em funcionários, seja por ocorrência de explosão, por incêndio ou asfixia. Estes acidentes em muitos casos têm consequências fatais.

Nossos colaboradores passam anualmente por treinamentos práticos e teóricos, o que os habilita a executar tarefas dentro dos espaços confinados. Possuímos equipamentos especiais para avaliações, resgate e os EPI’s.


Os riscos atmosféricos dividem-se em: atmosfera tóxica inflamável; deficiente de O2; rica em O2. Os trabalhos em áreas confinadas são uma das maiores causas de acidentes graves em funcionários; seja por ocorrência de explosão, por incêndio ou asfixia. Estes acidentes em muitos casos têm consequências fatais.

Pesquisas realizadas pela OSHA (Ocupational Safety and Health Administration), Agência Europeia para a Segurança e Saúde no Trabalho, revela que 90% dos acidentes são causados por falta de oxigênio, ou seja, por riscos atmosféricos. A fim de minimizar e, se possível, eliminar tais acidentes, o trabalho em áreas confinadas foi normatizado através da NBR-14787 que, entre outras providências, exige a adequada ventilação dos espaços confinados.

A exaustão e/ou insuflamento dos ambientes confinados tem como objetivo principal reduzir a concentração de substâncias tóxicas e/ou perigosas presentes na atmosfera do ambiente confinado, seja antes do início dos trabalhos seja no decorrer destes. Vale salientar que a ventilação é mais eficiente do que a exaustão.

Neste segundo caso deve-se aplicar na fonte geradora, por exemplo em um serviço com solda. Enquanto isso a ventilação fará a retirada de um todo no espaço, para este caso chamamos de sistemas combinados.

Todos os espaços confinados devem ser considerados inseguros para entrada, até que sejam providos de condições mínimas de segurança e saúde. Nesses espaços só é permitida a entrada após emissão de uma permissão para trabalho por escrito.

Deve ser previsto treinamento para os trabalhadores quanto aos riscos a que estão submetidos, a forma de preveni-los e o procedimento a ser adotado em situação de risco, conforme norma ABNT/NBR- 14787.

O Ministério do Trabalho e Emprego possui norma regulamentadora específica para espaços confinados, a NR-33.

Deve existir sinalização (placa de advertência) com informação clara e permanente, proibindo a entrada de pessoas não autorizadas no interior do espaço confinado. Quando os trabalhos estiverem paralisados, além da sinalização de advertência, devem ser previstos dispositivos para impedimento da entrada no espaço confinado.

Os trabalhos devem não só começar de maneira segura, mas devem, sobretudo, permanecer de maneira segura, e para isso torna-se primordial uma boa APR (análise preliminar de riscos), que dará subsídio para a emissão da PET (permissão de entrada e trabalho) em espaços confinados.

Com a evolução da tecnologia, e o desenvolvimento da segurança do trabalho, hoje podemos contar com um poderoso gerenciador de espaços confinados, que busca atender todos os requisitos da NR-33, chamado SIEC, Sistema Integrado de Espaços Confinados, que centralizará todos os espaços confinados de uma unidade industrial, organizando as análises preliminares de riscos e acima de tudo auxiliando o processo de gestão do responsável técnico da unidade, pois o SIEC gerencia os treinamentos obrigatórios, data de vencimento dos treinamentos de 16 horas e 40 horas, vencimento de ASO (atestado de saúde ocupacional), sendo assim, podemos nos sentir mais seguros e organizados em relação a sistemas de gestão, indo ao encontro dos conceitos de OHSAS 18001 e ISO 14001.

Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Espa%C3%A7o_confinado

terça-feira, 16 de julho de 2019

Solda a Frio na Industria

As indústrias dificilmente conseguem se programar para realizar uma parada dos equipamentos e realizar as manutenções preventivas. Em muitos casos acaba ocorrendo a necessidade de reparos com os equipamentos em operação.

Esses tipos de reparos, muitas vezes são realizados por solda a frio, pois não precisam necessariamente parar o equipamento e acabam resolvendo o problema momentaneamente.

O grande problema é que esse tipo de reparo acaba permanecendo por muito tempo, o que pode vir a ocasionar riscos para a operação.

Para equipamentos que trabalham com pressão, pode ser um risco ainda maior, pois essa técnica de soldagem não tem a mesma eficácia das soldagens tradicionais e nem sempre estão dentro das normas.

quarta-feira, 26 de junho de 2019

O que é um Procedimento de Reparo?

Muitas vezes um equipamento de processo pode vir a necessitar de reparos ou adequações, seja por fadiga, negligência, corrosão, entre outros diversos fatores. Todos os defeitos e adequações do equipamento, devem seguir um procedimento de reparo, que é elaborado conforme as normas competentes para cada tipo de equipamento e do reparo a ser executado.

O procedimento indica cada passo de como esse reparo e/ou adequação será realizado, sempre conforme os padrões e normas.

A STD Engenharia realiza consultoria de integridade a mais de 20 anos em equipamentos de processo de diversos tipos.

A consultoria é especialmente para atender as necessidades de clientes que possuem equipamentos e ativamente necessitam de instruções para reparar ou adequar um determinado equipamento. O procedimento é elaborado de acordo com normas nacionais e internacionais.

Normalmente os procedimentos de reparo são confeccionados após uma inspeção no equipamento, onde nessa inspeção, é reportado todos os defeitos e adequações que devem ser realizados para o bom funcionamento do equipamento.

Os especialistas pontuam no procedimento cada reparo e/ou adequação que será necessária.

Por exemplo, reparar uma solda que apresenta algum indício de descontinuidade:

É indicado que seja realizado os devidos ensaios não destrutivos (Ensaio Visual e Líquido Penetrante) para constatar e mapear os defeitos. Após as conclusões dos ensaios, é informado como deve ser realizado o reparo. Indicamos como deve ser conduzido o processo de desbaste (corte) do atual cordão de solda, em seguida qual material deve ser utilizado para realizar a nova soldagem até o acabamento final.

Pioneira, a STD é uma das únicas empresas do Brasil a montar de forma clara e robusta os procedimentos de reparo, que é composto por um amplo check-list e uma completa descrição.

Entre em contato www.stdengenharia.com.br